quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Efeitos das Lareiras

Lareiras são responsáveis por 20% das emissões Cinzas e agravam problemas respiratórios.
Um estudo apresentado, esta quarta-feira, na Universidade de Aveiro, revela que cerca de 20% das emissões lançadas para a atmosfera são resultado da combustão de lareiras, provocando um agravamento das doenças respiratórias. Em Portugal, existem mais de 1,2 milhões de lareiras, cerca de 400 mil na região Centro e 300 mil no Norte, valores que registam níveis superiores durante o Inverno.As cinzas resultantes da combustão são poeiras muito finas e quase imperceptíveis ao olho humano, afectando principalmente pessoas com problemas respiratórios, nomeadamente, asmáticos e alérgicos.De acordo com a Lusa, os resultados obtidos, que surpreenderam os investigadores, foram enviados à Secretaria de Estado do Ambiente, numa altura em que Portugal ultrapassa as emissões estabelecidas pela União Europeia.

fonte "lusa"

sábado, 31 de janeiro de 2009

Nova Legislação Segurança Contra Incêndios Edíficios


"Decreto-Lei que aprova o Regulamento Geral de Segurança Contra Incêndio em Edifícios, que estabelece as condições de segurança contra incêndio a aplicar a todas as utilizações de edifícios, bem como de recintos itinerantes ou ao ar livre.Este Decreto-Lei vem consolidar, num único diploma, a legislação sobre segurança contra incêndio em edifícios, apresentando um conjunto amplo de exigências técnicas aplicáveis à segurança contra incêndio, no que se refere à concepção geral da arquitectura dos edifícios e recintos a construir ou remodelar, às disposições construtivas, às instalações técnicas e aos sistemas e equipamentos de segurança.Assim, o diploma engloba as disposições regulamentares de segurança contra incêndio aplicáveis a todos os edifícios e recintos, distribuídos por 12 utilizações-tipo, sendo cada uma delas, por seu turno, estratificada por quatro categorias de risco de incêndio. São considerados não apenas os edifícios de utilização exclusiva, mas também os edifícios de ocupação mista. Do mesmo modo, estabelecem-se as necessárias medidas de auto-protecção e de organização de segurança contra incêndio, aplicáveis quer em edifícios existentes, quer em novos edifícios a construir, e define-se um regime sancionatório para o incumprimento das novas regras."


"Fonte PMP"

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

SCE – Sistema de Certificação de Edifícios


SCE – Sistema de Certificação de Edifícios
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE)
O Decreto-lei nº 78/2006 de 4 de Abril aprova o Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) e transpõe parcialmente para a ordem jurídica nacional a Directiva n.º 2002/91/CE, do Parlamento Europeu, de 16 de Dezembro, relativa ao desempenho energético dos edifícios. O SCE é um dos três pilares sobre os quais assenta a nova legislação relativa à qualidade térmica dos edifícios em Portugal e que se pretende venha a proporcionar economias significativas de energia para o país em geral e para os utilizadores dos edifícios, em particular. Em conjunto com os regulamentos técnicos aplicáveis aos edifícios de habitação (RCCTE, DL 80/2006) e aos edifícios de serviços (RSECE, DL 79/2006), o SCE define regras e métodos para verificação da aplicação efectiva destes regulamentos às novas edificações, bem como, numa fase posterior aos imóveis já construídos. Decreto-lei nº 78_2006.pdf

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Praias Interditadas em Figueiró dos Vinhos e Penela


O Delegado Regional de Saúde Pública do Centro decretou a interdição das praias fluviais de Ana de Aviz (Figueiró dos Vinhos) e Louçainhas (Penela), numa medida cautelar depois de uma “avaliação ao risco” após terem sido detectadas salmonelas.


Fonte: Correio da Manhã, 20 de Setembro de 2008


sexta-feira, 25 de julho de 2008


Agricultura Biológica

Agricultura biológica
Os alimentos orgânicos ou biológicos são cultivados sem o uso de fertilizantes sintéticos, pesticidas, herbicidas ou fungicidas. A agricultura biológica, de um modo geral, respeita o ambiente no seu todo. Os eco-produtos são potenciadores de uma vida mais saudável pelas suas qualidades nutricionais e isenção de resíduos tóxicos. De há algum tempo para cá tem-se registado uma crescente procura de produtos que actualmente designamos de ecológicos, biológicos ou eco-produtos, por privilegiarem o ambiente e potenciarem uma vida saudável.Há poucos anos atrás não se pensava em tal coisa. Mas a sociedade alterou-se e com ela o ambiente que nos rodeia. O Mundo cresceu e adoptou um estilo de vida egocêntrico em que se privilegiam o conforto, a abundância e a celeridade de qualquer serviço ou bem. Com isto é sobejamente conhecida a degenerescência da qualidade ambiental e dos materiais que esse mesmo ambiente nos pode oferecer. Assiste-se a um decréscimo das práticas tradicionais. Na sociedade actual pratica-se a agricultura intensiva para tentar fazer face à concorrência do mercado competitivo. Existem por isso alguns obstáculos de índole económico-social à implementação rigorosa da agricultura biológica. Embora os apoios financeiros estatais à agricultura biológica sejam cada vez maiores, são ainda insuficientes, levando os agricultores a perderem rendimentos e com isso, muitas vezes, a desanimar por dificuldades de subsistência inerentes a estas situações. Na base da obtenção de um produto de agricultura biológica estão vários pressupostos e critérios de extrema importância. Tais critérios privilegiam a preservação da natureza sob todas as suas vertentes. A agricultura biológica deve ter em atenção que o "fabrico" do produto não envolva um consumo exagerado de matérias-primas não renováveis, até que minimizem a quantidade de matérias necessárias à sua produção e verifiquem se estes podem ser reciclados, reutilizados ou reconvertidos. O produto não deve envolver no seu processo de fabrico grandes quantidades de energia, optimiza-se o produto no plano energético. O agricultor e o comerciante, ao exporem estes produtos no mercado, deverão reduzir o mais possível a embalagem, utilizando embalagens normalizadas, produzidas com materiais que requeiram uma quantidade mínima de energia e que permitam múltiplas finalidades. Deverá ser evitada a utilização de substâncias que sejam nocivas para o ambiente, bem como se devem procurar substitutos para elas. Além disto, devem ser tidos em consideração os aspectos ecológicos na escolha de materiais e equipamentos, e ao mesmo tempo visar a sua normalização, de modo a reduzir o número de peças utilizadas. No que se refere à maquinaria necessária à prática agrícola devem desenvolver-se produtos de maior longevidade, quer a nível funcional, quer a nível estético, e de mais fácil reparação e manutenção. Actualmente a agricultura biológica é praticada em quintas biológicas e também por particulares. Segundo a AGROBIO, a composição de produtos hortícolas biológicos comparativamente com produtos fertilizados com adubos químicos apresenta:+ 18% de potássio+ 18% de proteínas+ 77% de ferro+ 10% de cálcio+ 13% de fósforo.

Recolha de Embalagens Subiu 22%

Sociedade Ponto Verde recolheu 245 mil toneladas destes resíduos
Recolha de embalagens subiu 22 por cento no primeiro semestre de 2008
23.07.2008 -"PÚBLICO"

No primeiro semestre deste ano, a Sociedade Ponto Verde recolheu 245 mil toneladas de resíduos de embalagens, mais 44.503 toneladas do que no mesmo período no ano passado, um valor que significa um aumento de 22 por cento.O papel/cartão foi o material mais recolhido, com 115.398 toneladas (contra as 88.942 do período homólogo), seguido do vidro, com 74.299 toneladas (contra as 66.642). O plástico foi o material que registou maior aumento na recolha, com 26.826 toneladas (contra as 13.227).Com tendência decrescente surgem o metal – dos 16.635 recolhidos em 2007 passou-se para apenas 16.507 (queda de 0,7 por cento) – e a madeira – de 16.016 caiu para 12.935 toneladas (queda de 19,2 por cento).Segundo a Sociedade Ponto Verde, em 2007 registou-se um aumento de retomas na ordem das 94 mil toneladas em relação a 2006, acabando o ano com 464 mil toneladas retomadas.Actualmente, o Sistema Ponto Verde abrange 99,7 por cento da população portuguesa, 99,3 por cento do território nacional e 97,4 por cento dos concelhos. No ano passado, 63 por cento dos lares portugueses separavam resíduos para a reciclagem.Todos os anos, cada cidadão europeu deita fora em média 3,5 toneladas de resíduos sólidos urbanos. No total, a União Europeia produz anualmente 1,3 mil milhões de toneladas de lixo. Mais de metade (67 por cento) acaba queimado ou em aterros.A Directiva Quadro dos Resíduos está a ser revista e a 16 de Junho foi aprovada pelo Parlamento Europeu. Esta revisão fixa novas metas: em 2020 cada Estado membro deve reciclar 50 por cento dos resíduos sólidos urbanos e 70 por cento dos resíduos de construção e demolições.