quinta-feira, 13 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Governos não conseguiram travar perda de biodiversidade
Governos não conseguiram travar perda de biodiversidade
ONU alerta para consequências do não cumprimento dos objectivos propostos na Cimeira Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável
ONU alerta para consequências do não cumprimento dos objectivos propostos na Cimeira Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável

O objectivo estabelecido em 2002, na Cimeira Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável (Joanesburgo), para que até 2010 houvesse uma redução significativa da taxa de perda de biodiversidade a nível mundial, regional e nacional não foi cumprida.
Esta é a conclusão apresentada agora pela Organização das Nações Unidas (ONU) no seu terceiro relatório sobre a diversidade biológica.
Esta é a conclusão apresentada agora pela Organização das Nações Unidas (ONU) no seu terceiro relatório sobre a diversidade biológica.
O relatório «Perspectiva Mundial sobre a Diversidade Ecológica» (GBO-3) foi dado a conhecer ontem em Nairobi por Achim Steiner, director do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). Sublinha-se aqui a falta de cumprimento por parte dos governos dos requisitos que garantam um desenvolvimento sustentável.
O conceito de «biodiversidade» definiu-se na Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) como “a variedade de organismos vivos de qualquer origem, incluindo os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos, bem como os complexos ecológicos de que fazem parte. Isto inclui ainda a diversidade dentro de cada espécie, entre as espécies e nos ecossistemas”.
O conceito de «biodiversidade» definiu-se na Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) como “a variedade de organismos vivos de qualquer origem, incluindo os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos, bem como os complexos ecológicos de que fazem parte. Isto inclui ainda a diversidade dentro de cada espécie, entre as espécies e nos ecossistemas”.
A CDB é uma das três «Convenções do Rio» que surgiram na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, conhecida também como Cimeira da Terra, realizada no Rio de Janeiro, em 1992. Esta convenção entrou em vigor no final de 1993 com o objectivo de “promover a conservação da biodiversidade, a utilização sustentável dos seus componentes e a participação justa e equitativa nos benefícios que derivassem da utilização dos seus recursos”.
Em 2002, em Joanesburgo, os governos comprometeram-se a promover até 2010 uma redução significativa do ritmo da perda de biodiversidade, bem como a contribuir para a redução da pobreza.
Numerosos recursos estão ameaçados devido à perda de biodiversidadeO relatório alerta para o incumprimento por parte dos governos e para as possíveis consequências se esta tendência não se inverter. Pode ler-se que “o fornecimento de alimentos, de medicamentos, de água potável, bem como a polinização das culturas e a protecção contra as catástrofes naturais estão ameaçados pela destruição da biodiversidade”.
Numerosos recursos estão ameaçados devido à perda de biodiversidadeO relatório alerta para o incumprimento por parte dos governos e para as possíveis consequências se esta tendência não se inverter. Pode ler-se que “o fornecimento de alimentos, de medicamentos, de água potável, bem como a polinização das culturas e a protecção contra as catástrofes naturais estão ameaçados pela destruição da biodiversidade”.
“É necessário levar a cabo acções urgentes para reduzir as causas directas da perda de biodiversidade”, defende. Como medidas concretas para travar o processo, o GBO-3 propõe a “utilização de incentivos de mercado e o fim de subsídios perversos, a fim de minimizar o uso insustentável dos recursos”.
Afirma também que a planificação estratégica do uso da terra e das águas traz benefícios a longo prazo apesar dos custos económicos imediatos. O relatório adverte que “a incerteza científica sobre as ligações específicas entre a biodiversidade, o bem-estar humano e o funcionamento dos ecossistemas não deve ser uma desculpa para a falta de acção”.
Fonte: Ciência Viva
Louçainha recebe Bandeira Azul pelo 4º ano consecutivo
Em 2010, a Praia Fluvial da Louçainha consegue pelo 4º ano consecutivo obter o galardão de qualidade balnear de excelência, a Bandeira Azul, única praia fluvial no distrito.
Foram hoje anunciadas as 240 Praias e 14 Marinas com a Bandeira Azul, um número inédito que regista mais 14 zonas balneares do que o ano passado
, com a entrada no Programa de 13 novas praias e a reentrada de 28. Este sucesso deve-se ao trabalho conjunto das entidades que, articuladamente, tornam possível a qualidade balnear de excelência de acordo com parâmetros cada vez mais exigentes.
, com a entrada no Programa de 13 novas praias e a reentrada de 28. Este sucesso deve-se ao trabalho conjunto das entidades que, articuladamente, tornam possível a qualidade balnear de excelência de acordo com parâmetros cada vez mais exigentes. A Bandeira Azul é atribuída, anualmente, às praias e aos portos de recreio que cumpram um conjunto de critérios de natureza ambiental, de segurança e conforto dos utentes e de informação e sensibilização ambiental. Este galardão, símbolo de referência de qualidade ambiental que os portugueses reconhecem e valorizam, é o resultado de candidaturas que, para as praias, implicam o cumprimento voluntário de 23 critérios imperativos e quatro guia, (e dois não aplicáveis no nosso país).
A atribuição da Bandeira Azul a uma praia traduz o respeito por critérios de Qualidade da Água, de Informação e Educação Ambiental, de Gestão Ambiental e de Equipamentos e Segurança. Em relação aos portos de recreio, este galardão significa a observância de critérios referentes à Qualidade do Porto, à Gestão do Porto e Informação e à Educação Ambiental e Segurança. A verificação destes critérios é efectuada por um Júri Nacional constituído por 25 entidades do sector público e privado. O resultado desta análise é ainda objecto de escrutínio por parte de um Júri Internacional constituído por representantes de organismos internacionais do ambiente.Este galardão - Bandeira Azul – assume assim, uma incontornável importância para o concelho uma vez que é identificado como símbolo de garantia de qualidade e bem-estar.A qualidade da água, os bons acessos e os serviços prestados pelas infra-estruturas de apoio, a sensibilização ambiental, a limpeza das áreas envolventes são algumas das características valorizadas pela entidade que concedeu o galardão de qualidade à Praia Fluvial da Louçainha.
fonte: http://www.cm-penela.pt
Miranda do Corvo adere ao Programa Fruta Escolar
Miranda do Corvo adere ao Programa Fruta Escolar
A Câmara Municipal aderiu e implementou já o programa “fruta escolar”. Com a implementação deste programa, mais de 500 alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico, passaram a ter a possibilidade de consumir fruta no período do lanche (manhã ou tarde).
Esta é uma medida do Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas, em parceria com os Ministérios da Educação e da Saúde e com as câmaras municipais. Os municípios e os agrupamentos desempenham um papel fundamental.A fruta é distribuída duas vezes por semana em cada escola do 1.º ciclo do Concelho. Pretende-se com esta iniciativa aumentar o consumo de fruta entre os mais jovens, como forma de promover uma alimentação mais saudável.
A distribuição de fruta pelas escolas do concelho e gestão de todo o processo está a cargo da Câmara Municipal.
Nas oito distribuições mensais, a fruta é intercalada entre maçã e pêra e serão distribuídas também clementinas, duas vezes por mês.
Para além da entrega de fruta, este programa prevê ainda a implementação de medidas de acompanhamento por parte dos Agrupamentos, em colaboração com o Município, nomeadamente lúdicas e pedagógicas, com vista a reforçar a importância do consumo de fruta e as suas vantagens entre as crianças
Para além da entrega de fruta, este programa prevê ainda a implementação de medidas de acompanhamento por parte dos Agrupamentos, em colaboração com o Município, nomeadamente lúdicas e pedagógicas, com vista a reforçar a importância do consumo de fruta e as suas vantagens entre as crianças
Conferência Aquanostra traz Ministra do Ambiente a Oliveira do Hospital

Conferência Aquanostra traz ministra do Ambiente a Oliveira do Hospital
Individualidades ligadas aos sectores da Água e do Ambiente vão participar na quarta Conferência Aquanostra que se vai realizar na Casa da Cultura César Oliveira, em Oliveira do Hospital.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
União Europeia quer limitar velocidade nos carros comerciais
A União Europeia está a estudar a possibilidade de introduzir limitadores de velocidade nos veículos comerciais. De acordo com um relatório da União Europeia, os veículos co
merciais devem estar equipados com limitadores de velocidade para evitar que ultrapassem os 120 km/h de modo a reduzir a sinistralidade e emissões de dióxido de carbono.O documento revelou que “uma solução para resolver o problema (emissão de dióxido de carbono) seria ter limitadores de velocidade obrigatórios para os veículos comerciais ligeiros” visto que os veículos “são quase exclusivamente usados para fins comerciais e não precisam de exceder os 120 km/h".
A Comissão Europeia pretende reduzir as emissões para 175 gramas de dióxido de carbono (CO2) por quilómetro até 2013.
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